
Juíza responderá a processo por despachar na calçada
Plantão Publicada em 10/09/2007 às 18h55m - Marcelo Gomes - Extra RIO -
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio decidiu, na tarde desta segunda-feira, por 19 votos a 2, abrir processo disciplinar contra a juíza Mônica Labuto, titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Madureira. A representação contra a magistrada na Corregedoria do TJ foi feita pelo presidente do órgão, desembargador José Carlos Murta Ribeiro. No documento, o desembargador pede o afastamento temporário da juíza e a aplicação de uma medida disciplinar contra ela. A representação foi feita após Mônica despachar na calçada do fórum de Madureira, na noite do último dia 10 de agosto. Na mesma sessão do Órgão Especial, os desembargadores rejeitaram, por unanimidade, o pedido de afastamento temporário de Mônica Labuto, que responderá ao processo disciplinar no cargo. Quatro dos 25 desembargadores que compõem o Órgão Especial não votaram, por motivos diversos.
TJ promove juíza acusada de envolvimento com traficante
Olga Guimarães, que pode ter os sigilos fiscal e bancário quebrados, assumiu a 47ª Vara de Substituição Apesar de suspeita de ligações com o narcotraficante colombiano Gustavo Dúran Bautista – preso em agosto, no Uruguai, com 500kg de cocaína –, a juíza baiana Olga Regina Santiago Guimarães foi empossada ontem de manhã, na 47ª Vara de Substituição da capital, para onde foi promovida depois de ter comandado a Comarca de Cruz das Almas, no recôncavo. Presente à cerimônia, ocorrida na sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJB), no CAB, a magistrada falou rapidamente com os jornalistas e disse ser inocente.Olga Regina evitou comentar detalhes do caso, a exemplo de gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal (PF) e exibidas no Jornal Nacional do sábado. A transcrição de uma das conversas revelou contato mantido entre a juíza e o narcotraficante, na qual Bautista pede ajuda para reaver R$10 milhões apreendidos na Europa. Na ligação, o colombiano avisou que colocaria “aquele negócio que o senhor Balduíno (Santana, marido de Olga Regina) me falou”.
Por estas e outras a gente fica meio sem saber o que fazer ou pensar... Se não nos agarrarmos à Justiça Divina, a quem ou a que vamos recorrer em caso de nos sentirmos injustiçados?É brincadeira uma notícia destas? Uma responde a processo por QUERER TRABALHAR (o que pouca gente se dispõe a fazer no judiciário) e a outra, recebe uma promoção por fazer parte da bandidagem...Seria o fim dos tempos? Valores invertidos? Da pessoa tentar se sair bem estando envolvida numa falcatrua dessas, vá lá, mas ter o aval dos demais????? Como diz Boris Casoy... "ISTO É UMA VERGONHA".Vai chegar o tempo em que teremos vergonha de dizer que somos honestos...LAMENTÁVEL...





1 comentários:
É assim que está nosso país. Infelizmente.
abraço.
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